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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

10 Minutinhos faz toda diferença.

Realizado pela ONG Save The Children criado pela agência Don't Panic, o comercial a favor da leitura deve mostrar a postura de pais que não dão suporte necessário para incentivar a leitura em seus filhos. O comercial mostra que 10 minutos de leitura diária para uma criança que ainda não foi alfabetizada pode salvar sua vida.

Confira:


Fonte: EXAME.COM

sábado, 14 de dezembro de 2013

MEC vai dar bolsas para professores do ensino médio.

http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/prouni-2013-inscricoes-para-bolsas-de-estudo-estao-abertas

O Ministério da Educação (MEC) vai lançar um programa de bolsas de formação para professores do ensino médio com o objetivo de melhorar essa fase do ensino. Seguindo o modelo do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), o projeto vai dar bolsas também aos orientadores das escolas, coordenadores regionais e das secretarias de Educação e docentes das universidades - responsáveis pela formação de profissionais. Também haverá desenvolvimento de material específico.
O programa seria lançado nesta quarta-feira, dia 20, mas foi adiado pelo MEC por problemas de agenda, segundo a assessoria de imprensa da pasta. O anúncio deve ocorrer na segunda-feira.
A pasta já anunciou criação de 30 mil bolsas para alunos do ensino médio que queiram ser professores de matemática, física, química e biologia. O MEC e o Consed também articulam a mudança da base curricular para áreas (linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas), como é o Enem.
Os detalhes sobre o número de bolsas e orçamento serão apresentados em Brasília na semana que vem. No Pnaic, cuja meta é alfabetizar as crianças até os 8 anos, a previsão é gastar R$ 2,7 bilhões até o ano que vem. Professores alfabetizadores recebem bolsas de R$ 200, mas os pagamentos aumentam dependendo da função. O País tem 8 milhões de alunos na fase de alfabetização.
Já no ensino médio, são cerca de 5,5 milhões matrículas - o que representa 52% dos jovens entre 15 a 17 anos. Outros 25% dos adolescentes nessa faixa etária estão atrasados. Mais de 1,5 milhão de adolescentes dessa idade estão fora da escola. Além disso, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino médio estagnou em 2011 - nos anos iniciais, o indicador havia mostrou crescimento.

Por Paulo Saldaña
Fonte: O ESTADÃO
Pesquisa realizada por Elana Pereira.

domingo, 8 de setembro de 2013

Professores unem a teoria à prática para alfabetizar melhor.


De acordo com o MEC, professores decidiram optar por métodos modernos no que se refere ao processo de alfabetização. 
“É preciso alfabetizar com o uso real da linguagem que está próxima à vida concreta do aluno”, observa Marcelo Fabiano Rodrigues Pereira, da Secretaria de Educação do Distrito Federal. Responsável pela formação de 25 professores do último ano do ciclo de alfabetização, ele participa do curso de formação continuada para a implantação do Pacto 
 Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, oferecido pela Universidade de Brasília (UnB).
 Esse processo objetiva firmar com unidades da Federação e com mais 5.393 municípios, assegurar que todas as crianças brasileiras tenham a capacidade de assimilar a língua portuguesa e matemática até os 8 anos de idade. 
O maior desafio é tornar crianças alfabetizadas do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental, ainda revelam que em média, 15,2% dos alunos até oito anos de idade não estão alfabetizados. Essa taxa é ainda mais elevada em estados como Alagoas (35%) e Maranhão (34%). O Processo será implantado com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), onde visa visa a apoiar a formação continuada dos professores alfabetizadores e orientadores de estudo, que receberão bolsas para participar do curso.
 Os professores se mostram bem receptivos, pois acreditam que eles aprendendo métodos atuais, ele terá mais eficácia de ensinar ao alfabetizar, mas relevam algumas dificuldades, como é o caso de salas de aulas super lotadas, e a falta de interação e comprometimento entre a escola e a família.


Por Rovênia Amorim
Fontes: PORTAL DO MEC
Pesquisa realizada por Elana Pereira.

 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.

O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental.

Alfabetização
Aos oito anos de idade, as crianças precisam ter a compreensão do funcionamento do sistema de escrita; o domínio das correspondências grafofônicas, mesmo que dominem poucas convenções ortográficas irregulares e poucas regularidades que exijam conhecimentos morfológicos mais complexos; a fluência de leitura e o domínio de estratégias de compreensão e de produção de textos escritos.
No Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, quatro princípios centrais serão considerados ao longo do desenvolvimento do trabalho pedagógico:
1. o Sistema de Escrita Alfabética é complexo e exige um ensino sistemático e problematizador;
2. o desenvolvimento das capacidades de leitura e de produção de textos ocorre durante todo o processo de escolarização, mas deve ser iniciado logo no início da Educação Básica, garantindo acesso precoce a gêneros discursivos de circulação social e a situações de interação em que as crianças se reconheçam como protagonistas de suas próprias histórias;
3. conhecimentos oriundos das diferentes áreas podem e devem ser apropriados pelas crianças, de modo que elas possam ouvir, falar, ler, escrever sobre temas diversos e agir na sociedade;
4. a ludicidade e o cuidado com as crianças são condições básicas nos processos de ensino e de aprendizagem.
Dentro dessa visão, a alfabetização é, sem dúvida, uma das prioridades nacionais no contexto atual, pois o professor alfabetizador tem a função de auxiliar na formação para o bom exercício da cidadania. Para exercer sua função de forma plena é preciso ter clareza do que ensina e como ensina. Para isso, não basta ser um reprodutor de métodos que objetivem apenas o domínio de um código linguístico. É preciso ter clareza sobre qual concepção de alfabetização está subjacente à sua prática.
 
Governos
Ao aderir ao Pacto, os entes governamentais se comprometem a:
  • alfabetizar todas as crianças em língua portuguesa e em matemática;
  • realizar avaliações anuais universais, aplicadas pelo INEP, junto aos concluintes do 3º ano do ensino fundamental;
  • no caso dos estados, apoiar os municípios que tenham aderido às Ações do Pacto, para sua efetiva implementação.

Para conhecer melhor o Pacto
As Ações do Pacto apoiam-se em quatro eixos de atuação:
1. Formação continuada presencial para os professores alfabetizadores e seus orientadores de estudo;
2. Materiais didáticos, obras literárias, obras de apoio pedagógico, jogos e tecnologias educacionais;
3. Avaliações sistemáticas;
4. Gestão, mobilização e controle social.

Pesquisa realiazada por Elana Pereira.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Governo lança plano nacional de alfabetização; investimento será de R$ 2,7 bilhões até 2014


Presidente Dilma Rousseff posa para foto com alunos durante cerimônia de lançamento do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa
O MEC (Ministério da Educação) lançou nesta quinta-feira (8) o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. O objetivo do programa é garantir que todos os estudantes dos sistemas públicos de ensino estejam alfabetizados até o final do 3º ano do ensino fundamental, com a idade máxima de oito anos. O foco será língua portuguesa e matemática.
O lançamento do programa foi feito pela presidente Dilma Rousseff e pelo ministro Aloizio Mercadante no Palácio do Planalto nesta manhã. O governo investirá R$ 2,7 bilhões até 2014, do total R$ 1,1 bilhão deverá ser investido no programa já em 2013. No evento, a presidente assinou a medida provisória que cria o pacto nacional.
Mercandate aproveitou para criticar adecisão da Câmara dos Deputados, que, nesta semana, votou a destinação dos royalties do petróleo e não aceitou a proposta do governo de que a educação recebesse os recursos."Nosso desafio é garantir a alfabetização até os 8 anos de idade de cerca de 8 milhões de crianças", afirmou Mercadante. "Temos de dar as ferramentas essenciais para essas crianças."
"Essa luta não acabou e vamos agora junto ao Senado Federal no PNE [Plano Nacional da Educação] continuar lutando para que royalties sejam encaminhados para a educação", disse em seu discurso
De acordo com o censo, 15,2% das crianças não se alfabetizam até os 8 anos de idade. No Nordeste, o índice chega a 25,4% e na região Norte a 27,2%.
Para a presidente Dilma Rousseff, o pacto de educação é o caminho para criar igualdade de oportunidades com "permanência e estabilidade". "O que nós queremos [do Brasil] é um país de oportunidades", disse.

Ações

O programa prevê avaliações anuais, realizadas pelo Inep (Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais), dos alunos concluintes do 3º ano do ensino fundamental. Atualmente, os alunos do ensino fundamental já são avaliados pela provinha Brasil no início e no término do 2º ano e pelo Saeb (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica) e a Prova Brasil nos 5º e 9º anos.
Um dos eixos do pacto é a formação continuada de professores alfabetizadores, que visa formar uma rede de professores orientadores de estudo. Os outros eixos do programa são: materiais didáticos, literatura e tecnologias educacionais; gestão, controle e mobilização social, além de avaliações.
Entre as ações do pacto, está prevista a distribuição de 26,5 milhões de livros didáticos nas escolas de ensino regular e do campo, 4,6 milhões de dicionários, 10,7 milhões de obras de literatura e 17,3 milhões de livros paradidáticos.
O programa será feito em uma parceria entre o MEC, instituições de ensino superior e os sistemas públicos de ensino dos Estados, Distrito Federal e municípios que aderirem ao pacto. Espera-se a participação de 5,3 mil municípios.
Fonte: EDUCAÇÃO UOL
Pesquisa realizada por Elana Pereira.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

14 de novembro - Dia Nacional da Alfabetização



O Dia Nacional da Alfabetização foi instituído pelo decreto 59.452, de 3/11/1966, assinado pelo presidente Castello Branco. A data - 14 de novembro - foi escolhida em homenagem à data do decreto no 1.9402, de 1930, que criou o ministério da Educação e Cultura.

Em 1968, o presidente Costa e Silva assinou o decreto 63.326, de 30/9/1968, que conservou o dia da comemoração, mas alterou dispositivos para efetuá-la.

Hoje, a alfabetização constituiu a mais importante ferramenta para que a pessoa possa exercer a sua cidadania. A Constituição Federal brasileira de 1988 estabelece, no artigo 205, que "a educação, direito de todos e dever do Estado, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho" .
De acordo com a Constituição, o ensino fundamental é obrigatório e gratuito, até mesmo para as pessoas que não foram alfabetizadas na idade própria, visto que o acesso ao ensino obrigatório é direito público subjetivo.

Reforço
No artigo 208, inciso VII, § 2o, a Constituição preceitua que "o não-oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público, ou sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade competente". É também ao Poder Público que compete "resencear os educandos no ensino fundamental, fazer-lhes a chamada e zelar, junto aos pais ou responsáveis, pela freqüência à escola".
Tais dispositivos contribuíram para haver melhoria no nível de escolaridade no país, embora seja grande o número de crianças maiores de 7 anos que se acham fora da escola.

Acesso
Desde 1995, houve decréscimo no índice de analfabetismo, mas não se sabe efetivamente qual é a percentagem daqueles que conseguem chegar a 9a série*(8a série do fundamental), ou seja, daqueles que concluíram o período que proporciona uma alfabetização satisfatória, de conformidade com os especialistas em educação, cujo conceito é adotado internacionalmente.

Atualidade
Com as constantes mudanças na sociedade, com o fenômeno da globalização, das tecnologias da informação e da comunicação, os currículos escolares necessitam de revisão e atualização para refletirem as necessidades reais dos estudantes, de forma a viabilizar um aprendizado adequado a cada realidade.

Fonte: AGORA VALE
Pesquisa realizada por Elana Pereira.