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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

[REPOST] Os maiores clássicos da Literatura Infantil.

Essa é uma das minhas postagem preferidas, deu trabalho para reunir todos esses clássicos, que em sua maioria viraram filmes e até possuem releitura. Mas, de fato é um trabalho bem prazeroso, pretendo mais a frente fazer outra postagem contando o lado oculto e sombrio dos livros infantis. Como nenhum site que pesquisei me ofereceu algo que me falasse sobre livros infantis nessa quantidade, resolve reunir pelo menos a maioria desses belíssimos contos. Aposto que muitos de vocês apesar de terem lido ou ainda estarem lendo, não conheçam a origem dessas histórias. Então espero sinceramente que possam conhecer um poucos mais desse mundo que nos encanta, não importando a nossa idade! Eu pelo menos amo (♥), e sei que vocês também vão gostar. Boa leitura!

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

17ª Bienal do Livro - RioCentro.



De 03 a 10 desse mês de Setembro aconteceu na Cidade Maravilhosa, Rio de Janeiro - RioCentro, a 17ª edição da Bienal do Livro. Não diferente dos outros anos, a Bienal deste ano trouxe enriquecimento cultural os amantes dos livros, sendo o maior e mais (e mais, e mais, e mais) incrível evento literário do Brasil. O evento já acontece a 30 anos, e trás todos os anos a chance de você pode ver seu autor de pertinho (que massa!).

Este ano, tivemos como país homenageados, a Argentina, participando com um stand de 400m², onde foram exibidos diversos aspectos destacados da identidade do nosso país. Além, da delegação oficia de 15 autores membros:  Diana Bellessi, Mariana Enríquez, Inés Garland, Mempo Giardinelli, Noé Jitrik, Tamara Kamenszain, Martín Kohan, María Moreno, Sergio Olguín, Claudia Piñeiro, Eduardo Sacheri, Luciano Saracino, Silvia Schujer e Tute.


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Como um um professor incentiva a leitura, se ele não lê?


O Site Época no ano de 2012, trouxe uma reportagem com a socióloga Zoara Failla, na qual realizou uma pesquisa sobre os hábitos de leitura dos brasileiros e constatou indícios, pelos quais os professores não gostam de ler.

Na pesquisa a socióloga revela que os professores são um dos principais influenciadores nos hábitos de leitura dos brasileiros. Mas, há indícios de que, no seu tempo livre, eles raramente abrem um livro, assim como a maioria dos brasileiros. O dado está no livro Retratos da Leitura do Brasil 3, que foi lançado durante a Bienal do Livro de São Paulo, do mesmo ano.  A obra analisa a pesquisa de mesmo nome feita pelo Instituto Pró-Livro, sob sua própria organização.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

PLANTANDO BIBLIOTECAS PARA COLHER DESENVOLVIDO: lançamento por Carlos Wellington.


PLANTANDO BIBLIOTECA PARA COLHER DESENVOLVIMENTO: análise do Programa de Bibliotecas Rurais "Arca das Letras", no município de Codó-MA, assim é intitulado o 1º livro do Bibliotecário do Núcleo Integrado de Bibliotecas, pela Universidade Federal do Maranhão, Carlos Wellington, Especialista em Gestão Pública, Mestre em Desenvolvimento Socioespacial e Regional, ambas pela Universidade Estadual do Maranhão e Doutorando em Políticas Públicas pela UFMA.

O lançamento do livro aconteceu hoje (07/05), na Biblioteca Pública Benedito Leite, onde contou com a presença de familiares, amigos pessoais e profissionais e admiradores (como eu, :]).

Claro que em um momento como esse, onde a luta e a perseverança se fizeram presentes em meio a conquista, a emoção tomou conta do momento (me emocioneiiiii). Infelizmente, ainda são poucos os profissionais maranhenses que conseguem relatar suas pesquisas em livros, e o escritor Carlos Wellington contou com o apoio também da Editora CRV, de Curitiba, que acreditou em seu trabalho.

Vamos ao livro!

Trata-se de uma pesquisa de Mestrado, onde foi escolhido o Programa Arcas da Letras, realizada em Codó, local este caracterizado por ser de zona rural no Estado do Maranhão, projeto criado nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva/Dilma Rousseff. O livro está dividido em 4 capítulos:

1 ESTUDO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCENTIVO À LEITURA E ACESSO À INFORMAÇÃO;
2 PRÁTICAS SOCIAIS E POLÍTICAS DE LEITURA NO MARANHÃO;
3 PROGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DE BIBLIOTECAS RURAIS "ARCA DAS LETRAS";
4 O ESPAÇO RURAL: um lugar de leitores?

Eu já tive a honra e o prazer de assistir umas 2 vezes uma palestra sobre a pesquisa, que de fato é super interessante e o resultado dessa é melhor ainda. Não irei contar (kkkkkkkkkkkkkk), está tudo no livro e vocês podem adquirir pelo preço simbólico de R$ 30,00, em breve estará nas melhores livrarias de São Luís e do país (pq ele é fino, kkkkkkkkk).

Vamos as fotossssssssssssssss :)







Me fugiram as palavras no momento, sinceramente não esperava (sou tímida), obrigada por acreditar em mim, prometo não desapontá-lo. Mas, queria acrescentar que te considero um profissional impecável, em você vejo características fundamentais para qualquer profissional bem sucedido, tens a humildade para nos ouvir, mesmo sendo dotado de grande conhecimento, tens a força de vontade e a ousadia para poder ir em busca de seu crescimento, sem atropelar ninguém, e ainda ajudando quem necessita e principalmente tens o amor pelo que fazes, veste a camisa sem medo de possíveis críticas. Saiba que tens em mim uma admiradora, e sei que isso ainda é pouco perto das vitórias que estão por vir. Sucessooooooooooo!


sexta-feira, 20 de março de 2015

RE[Postando]: 20 de Março - Dia dos Contadores de Histórias


ERA UMA VEZ... Assim se inicia a contação de histórias!

Não é novidade que contar e ouvir histórias é um costume mantido há séculos na humanidade, a curiosidade em ouvir o relato de algum acontecimento, lenda, contos, histórias de lobos, príncipes e princesas, leva-nos a sentar e contemplar o que o outro tem a dizer, a nos contar...
Pessoas de todas as idades apreciam uma boa história, mas há um encanto em especial quando uma criança a ouve, atribuímos à capacidade de fantasiar e usar sua imaginação  para visualizar e até mesmo solucionar as histórias em sua mente.
Hoje, no Dia do Contador de História, deixamos aqui nossa admiração aos artistas que dedicam horas diárias a encantar crianças e adultos. Consideramos como arte, e acima de tudo, um dom, que pode nascer com a pessoa, mas também pode ser desenvolvido em diversos campos profissionais, na educação por exemplo, dentro das escolas, os pedagogos e  nós os bibliotecários, que muitas vezes também temos esse desafio de atrair pequenos leitores através das histórias contadas...
Mas não se resume a ambientes educacionais os benefícios da contação de histórias, existem inúmeros profissionais que trabalham de formam gratuita, levando alegria e magia a crianças e adultos, nos hospitais, nas creches, nos asilos é comum se levar a esperança e motivos para sorrir na contação, no vídeo que veremos a seguir, observe quando o entrevistado diz que "todos nós somos contadores, basta saber o  por quê queremos contar e para quem."

Veja:


sábado, 17 de janeiro de 2015

Redação do ENEM nota 1000 cita Porquinha Peppa - Peppa Pig.



Em meados da obtenção do resultado do ENEM, anseios não somente pela prova de Português, Matemática, Física ou Química, a redação é uma das maiores preocupações dos alunos que prestam vestibular em todo país.
Hoje dou destaque a redação da Larissa, estudante e leitora, que vive a 91km da cidade de Porto Alegre, que obteve nossa máxima na redação do ENEM que abordou a "Publicidade Infantil questão no Brasil" (tudo de bom! :P), pois é, vamos a redação dessa moça dedicada aos estudos, fornecida pelo Folha de S. Paulo.

Publicidade Infantil: perigoso artifício
Uma criança imitando os sons emitidos por porcos já foi atitude considerada como falta de educação. No entanto, após a popularização do programa infantil "Peppa Pig", essa passou a ser uma cena comum no Brasil. O desenho animado sobre uma família de porcos falantes não apenas mudou o comportamento dos pequenos como também aumentou o lucro de uma série de marcas que se utilizaram do encantamento infantil para impulsionar a venda de produtos relacionados ao tema. Peppa é apenas mais um exemplo do poder que a publicidade exerce sobre as crianças.

Os nazistas já conheciam os efeitos de uma boa publicidade: são inúmeros os casos de pais delatados pelos próprios filhos –o que mostra a facilidade com que as crianças são influenciadas. Essa vulnerabilidade é maior até os sete anos de idade, quando a personalidade ainda não está formada. Muitas redes de lanchonetes, por exemplo, valem-se disso para persuadir seus jovens clientes: seus produtos vêm acompanhados por brindes e brinquedos. Assim, muitas vezes a criança acaba se alimentando de maneira inadequada na ânsia de ganhar um brinquedo.
A publicidade interfere no julgamento das crianças. No entanto, censurar todas as propagandas não é a solução. É preciso, sim, que haja uma regulamentação para evitar a apelação abusiva –tarefa destinada aos órgãos responsáveis. No caso da alimentação, a questão é especialmente grave, uma vez que pesquisas mostram que os hábitos alimentares mantidos até os dez anos de idade são cruciais para definir o estilo de vida que o indivíduo terá quando adulto. Uma boa solução, nesse caso, seria criar propagandas enaltecendo o consumo de frutas, verduras e legumes. Os próprios programas infantis poderiam contribuir nesse sentido, apresentando personagens com hábitos saudáveis. Assim, os pequenos iriam tentar imitar os bons comportamentos.
Contudo, nenhum controle publicitário ou bom exemplo sob a forma de um desenho animado é suficiente sem a participação ativa da família. É essencial ensinar as crianças a diferenciar bons produtos de meros golpes publicitários. Portanto, em se tratando de propaganda infantil, assim como em tantos outros casos, a educação vinda de casa é a melhor solução.
Só me resta dizer uma coisa: Quem tem a leitura em dia e diversificada, não possui dificuldades, aborda qualquer tema de forma sucinta, clara e objetiva. 

S

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

10 Minutinhos faz toda diferença.

Realizado pela ONG Save The Children criado pela agência Don't Panic, o comercial a favor da leitura deve mostrar a postura de pais que não dão suporte necessário para incentivar a leitura em seus filhos. O comercial mostra que 10 minutos de leitura diária para uma criança que ainda não foi alfabetizada pode salvar sua vida.

Confira:


Fonte: EXAME.COM

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Mais de 60% dos brasileiros têm deficit de leitura

Uma reportagem realiza por Liliane Cutrim, no site do Imirante revelou através do Anuário Brasileiro da Educação Básica (ABEB) 2014  que 8,7% da população brasileira, com 15 anos ou mais, é declaradamente analfabeta. O número é relativamente pequeno, no entanto, o Anuário informa que, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) 2012, 47% dos brasileiros estão apenas no alfabetismo nível básico e 21% no rudimentar. Esses dados indicam que, 68% dos brasileiros não atingiram o nível de alfabetismo pleno, podendo estar inserido no grupo dos analfabetos funcionais.

Preocupante né? Mais ainda não acaba por aqui.  

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o analfabeto funcional é toda pessoa que sabe escrever seu próprio nome, lê e escreve frases simples, sabe fazer cálculos básicos, mas não usa a leitura e a escrita em atividades rotineiras do dia a dia, comprometendo seu desenvolvimento pessoal, profissional, acesso ao mercado globalizado de trabalho.

 

As regiões Norte e Nordeste são as com menor nível de alfabetização.

 
 
E os com renda per capita maior continuam no topo do desenvolvimento intelectual do país.


O reflexo do analfabetismo funcional no Brasil pode ser visto no desempenho dos alunos do Ensino Médio. O Anuário Brasileiro da Educação Básica aponta que, apesar de ter aumentado o número de jovens cursado o ensino médio – 23,5% em 1995 e 54,4% em 2012 – o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) mostra que os alunos do 3º ano do ensino médio têm severas limitações no domínio culto do português, ele sabe apenas distinguir o que é fato e o que é opinião em um fragmento de texto e identificar a finalidade básica de um texto simples, e esse nível educacional é muito pouco para atender as exigências do mercado de trabalho.

Confira a matéria completa!

sexta-feira, 28 de março de 2014

Super Interessante: A criança, o livro digital e o futuro da leitura.


Nesse tema há quem tenha dois posicionamentos, tanto quem defenda o uso de tecnologia para crianças, e quem diga que esse recurso é prejudicial quanto a Educação e possivelmente pode afastá-las dos livros, da leitura. Na Feira do Livro de Frankfurt, realizada em São Paulo, em Fevereiro deste ano, trata-se de conferência criada em 2012 para discutir temas como leitura, consumo e produção de livros digitais e vantagens e desvantagens do uso da tecnologia em sala de aula, esse ano trouxe um debate entre os ebooks, aplicativos versus o livro em papel, reforçando a importância da relação da criança com o objeto livro e com os mediadores de leitura. 

O debate foi tranquilo, mas cada palestrante deu sua opinião no que diz respeito desse tema tão abrangente. Mas, vale ressaltar o que disse Manguel, autor de Os Livros e os Dias e de Todos os Homens são Mentirosos, entre outros, se exaltou e disse: “Eu não sabia que faria parte dessa discussão a deformação do leitor defendida com argumentos comerciais, de vender este ou aquele produto. O livro não é um produto comercial. É nocivo que uma crianças de três ou quatro anos seja introduzida à leitura dessa forma, aprendendo a ler na tela. Aprender a ler é outra coisa”.

O jornalista americano Todd Oppenheimer, autor do livro The Flickering Mind: Saving Education from the False Promise of Technology, faria o papel de Manguel na Contec, não estive na feira, mas respondeu alguns questionamentos, em uma matéria na  Feira de Frankfurt debate o futuro do livro digital, confira:

Considerando o processo de aprendizagem e o desenvolvimento de consciência crítica, quais são os prós e contras do uso da tecnologia nas escolas e no dia a dia?
A internet é inegavelmente uma grande fonte de informação e com o passar do tempo só melhora e se enriquece. Mas seu surgimento aponta para um novo desafio que as escolas não têm prestado muita atenção: como avaliar com sabedoria a informação da internet. Computadores também podem ser boas ferramentas para despertar a criatividade – de novo, se usados da maneira correta. O problema é que a maior parte das escolas e dos alunos o usam do jeito errado. Nos primeiros anos, quando a experiência tátil é crucial, o uso é excessivo. Nos anos mais avançados (ensino fundamental e acima), os jovens deveriam aprender como os computadores funcionam, como programá-los, como construí-los, como consertá-los, etc. As escolas não fazem isso e simplesmente aceitam os computadores como sistemas de distribuição do que quer que esteja na moda ou de interesse comercial. É uma pena, e uma terrível ironia, já que o principal argumento para que haja computadores nas escolas é que eles ajudam a preparar o aluno para o futuro.

O uso de tecnologia nas escolas é irreversível?
Não acho que seja absolutamente irreversível, mas é pouco provável que diminua por enquanto. A longo prazo, porém, acredito que esse uso será menor. Isso, quando nós, aos poucos, formos percebendo a vasta gama de habilidades humanas que estamos perdendo e descobrirmos que estamos criando uma geração de autômatos que mal consegue ter relações pessoais ao vivo – e que geralmente tem medo disso.

Quais são os principais desafios para o sistema educacional na era da tecnologia?
O primeiro é preservar, nos jovens, a capacidade de concentração, a criatividade e o esforço pessoal (ao invés de esperar que as informações e a diversão cheguem prontos, num click, até eles). O segundo é preservar o interesse deles em outras pessoas (e não em aparelhos eletrônicos). Este último item será mais importante na próxima década à medida que nossas vidas se tornam mais multiculturais e cruzadas. O profissional de sucesso de amanhã será aquele capaz de entender outras culturas e capaz de resolver problemas com criatividade e baseado num profundo conhecimento de história, filosofia, antropologia, entre outras ciências. A tecnologia ajuda em algumas dessas habilidades. Mas a maioria delas requer leitura, conversa inteligente (cara a cara, e não tela a tela) e trabalho paciente.

Com relação à experiência de leitura, o senhor acredita que aplicativos funcionam como livros tradicionais? Eles deixam espaço para imaginação?
Depende do aplicativo. A maioria não porque acaba fazendo muito do trabalho que a imaginação humana deve fazer por conta própria, tornando, assim, a imaginação de um jovem preguiçosa e deficiente. Pense nos programas de rádio. Por muito tempo eles foram chamados de “teatro da mente” porque provocam a imaginação ao invés de preenchê-la. Bons audiolivros também fazem isso – e aí está a boa tecnologia, e um bom jeito de ler. Além disso, acredito que devemos ser cuidadosos ao deixar a tecnologia bagunçar muito com a narrativa tradicional. Há um motivo para que essa narrativa seja o método dominante de contar história desde que os humanos começaram a conversar. Muitos aplicativos prometem romper com o modelo tradicional com a ideia de que se tornarão superiores. Na maioria dos casos, essas inovações não passam de novidade. E essas novidades não duraram por um simples motivo: elas são complicadas – ou, mais frequentemente, são simplesmente chatas.

FONTE: O ESTADÃO

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Férias na Biblioteca: criança + leitura em São Luís!

Serão atendidas crianças na faixa etária entre 7 a 12 anos da comunidade do Bairro de Fátima e adjacências 
A Biblioteca Pública Municipal José Sarney oferece nos dias 31/01 (das 14h30 às 17h)  e no dia 01/02  (das 9h às 11h) atividades como oficinas, jogos, brincadeiras e contação de histórias, para crianças e adolescente de 7 a 12 anos.
“O projeto já faz parte do calendário cultural de atividades da biblioteca. A procura sempre é grande. A ideia é convidar a criança que está de férias em casa para se divertir e descobrir o prazer que há na leitura, no universo lúdico que está nos livros”, explica a coordenadora do projeto, Rita Oliveira.
O objetivo é aproximar crianças e adolescentes do ambiente da biblioteca durante o período das férias, além de incentivar a prática da leitura.

Mais informações:
SERVIÇO: Projeto Férias na Biblioteca
LOCAL: Biblioteca Pública Municipal José Sarney - Rua do Correio, s/n, Bairro de Fátima
Telefone: 3231.6627 

Fonte: O IMPARCIAL

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

REDE LEITORA TERRA DAS PALMEIRAS - INCENTIVO A LEITURA (Divulgando)

Rede Leitora Terra das Palmeiras

Quem são?

A Rede Leitora “Terra das Palmeiras” é uma iniciativa conjunta do Clube de Mães Mariana, Associação Beneficente das Crianças Carentes da Vila Santa Clara, Escola Comunitária Educando, Instituto Educacional e Assistencial Nossa Senhora Aparecida e Clube de Mães Santa Luzia. O projeto é apoiado pelo Instituto C&A através do programa “Prazer em Ler”.

Objetivo

A Rede compreende a leitura como prática social que possibilita interação e pensamento crítico. Assim promove atividades e intervenções focadas em experiências educativas, lúdicas e culturais, tais como oficinas e rodas de leitura, oficinas de reconstrução textual e contação de histórias além de manuseio e trocas de livros. A leitura literária (contos, poemas, crônica, romances e literatura de cordel) se fará presente nas oficinas. O texto literário ocupa um lugar privilegiado no desenvolvimento da competência cultural do leitor. 

Localização

O projeto possibilita o acesso ao livro das comunidades, Cidade Operária, Cidade Olímpica, Janaína e Santa Clara oportunizando experiências de leitura e proporcionando uma formação cidadã.

"Lendo na Praça" leva milhares de crianças ao Viva Cidade Operária

A primeira edição do “Lendo na Praça”, reuniu crianças de diversas escolas da Região da Cidade Operária para um conjunto de atividades, onde foram montadas tendas para abrigar apresentações entre elas: Sarau poético, contação de histórias, teatro, música, encontro com escritores, oficinas e vivências relacionadas às obras literárias. O projeto é uma iniciativa da Rede Leitora Terra das Palmeiras, e, tem o apoio do Fonasc. CBH (Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacia Hidrográfica).
O "Lendo na Praça", iniciou ás 8h da manhã desta sexta-feira (25) no Viva Cidade Operária, em São Luís, e, encerrou suas atividades às 17h. Ao longo do dia foram realizadas mediações de leitura, conversas com escritores, saraus de leitura, teatro e musica. Na oportunidade foi lançada a campanha de doação de obras literárias “Doe livros, alimente sonhos”. A campanha terá caráter permanente com o objetivo de recolhimento de livros novos e usados, em bom estado de conservação, para ampliação do acervo das Bibliotecas Comunitárias que integram a Rede.

     
  
  
  
Foto: A campanha tem caráter permanente com o objetivo de recolhimento de obras literárias novas e usadas, em bom estado de conservação, para ampliação do acervo de Bibliotecas Comunitárias

Pesquisa realizada por Elana Pereira.

sábado, 12 de outubro de 2013

12 de outubro - Dia Nacional da leitura.

Comemoramos, em 12 de outubro, o Dia Nacional da Leitura. A iniciativa do Governo Federal tem por objetivo ressaltar a importância da leitura e criação literária como processo de formação e inclusão sociocultural.
“Um país se faz com homens e livros.” Monteiro Lobato

Comemoramos, em 12 de outubro, o Dia Nacional da Leitura. A data foi instituída pela lei nº 11.899, de janeiro de 2009. A iniciativa do Governo Federal tem por objetivo ressaltar a importância da leitura e criação literária como processo de formação e inclusão sociocultural. Juntamente com o dia, é comemorada a Semana Nacional da Leitura e da Literatura. As celebrações buscam, principalmente, alcançar os jovens e as crianças, uma vez que, na data escolhida, é festejado o Dia das Crianças.

Programas de incentivo à leitura

A leitura é uma ferramenta fundamental para a transformação social, construção da cidadania e educação nacional. Entretanto, no Brasil, a média de livros lidos anualmente, por pessoa, é inferior a quatro exemplares, número muito baixo em relação aos Estados Unidos, em que a média é de 10 livros.
Pensando na importância em mobilizar o país sobre o valor da leitura, vários programas, projetos e ações estão sendo desenvolvidos em todo o território nacional.

O Banco Itaú atua em parceira com vários projetos de responsabilidade social, e um deles é o Leia para uma criança. Onde anualmente dispõe um kit com três livros diferentes para que um adulto possa ler para uma criança, esse é um projeto que visa através da leitura nos anos iniciais, tornar adultos leitores, contribuindo para um mundo mais consciente e melhor.

  • Histórias podem mudar a história de uma criança.

    Crianças que ouvem a leitura de histórias e poesias aprendem melhor, desenvolvem sua percepção do mundo, a capacidade de se expressar e se comunicar com os outros.

    Ler para uma criança contribui para a garantia de seus direitos.
    Quando um adulto lê para uma criança, oferece a ela o acesso à cultura, ao lazer e à educação. Além disso, a leitura aproxima o adulto e a criança, transmite-lhe acolhimento e segurança, fortalecendo seu vínculo afetivo.
    • As crianças de hoje educarão outras crianças amanhã.

      São 16 milhões de crianças e adolescentes de 0 a 5 anos que definirão o futuro do país daqui a 30 anos. Por isso, são importantes os modelos em que se espelham na infância: adultos que se importam com elas, que lhes transmitem valores, que contribuem para sua educação.
    • Você pode ser um grande leitor.

      Aventure-se e leia. Ao ouvir sua leitura, a criança vai se familiarizando com a linguagem, construindo seu vocabulário e ampliando sua capacidade de compreender o mundo.


Fonte: Educa Brasil.
Pesquisa realizada por Elana Pereira.

domingo, 2 de junho de 2013

Preparativos para a 7ª edição da Feira do Livro em São Luís/MA.

Acontecerá este ano no período de 27 de setembro a 06 de outubro, na Praia Grande. (Foto: Lauro Vasconcelos)
Acontecerá este ano no período de 27 de setembro a 06 de outubro, na Praia Grande. 
(Foto: Lauro Vasconcelos)

Com o tema “Livro e leitura: do impresso ao virtual sem perder a poesia”, a 7ª Feira do Livro de São Luís (FELIS) terá como patrono o escritor e poeta Nauro Machado. Acontecerá no período de 7 de setembro a 06 de outubro, na Praia Grande. Onde também serão homenageados Aluísio de Azevedo e Catulo da Paixão Cearense. Integram a coordenação do evento, Rita Oliveira, José Maria Paixão Filho e Paulo Melo Sousa, com a curadoria do jornalista Celso Borges.
Os interessados têm até o dia 28 de junho para inscrever suas propostas e/ou projetos na Casa do Bloco Tradicional, localizada na Rua Isaac Martins, 125, Centro (ao lado da Func), de segunda a sexta-feira, no horário das 8h às 12h e das 14h às 18h. 
Podem participar autores, livreiros, editoras, palestrantes, contadores de histórias, arte-educadores, universidades, instituições culturais, grupos artísticos etc., com interesse em lançar livros, realizar oficinas, performances e outras atividades culturais e literárias afins.
A proposta e/ou projeto deve conter justificativa, objetivos, metodologia e outros informes que auxiliem na compreensão dos mesmos. Além da proposta, os responsáveis por qualquer atividade deverão fornecer, no ato da inscrição, material para divulgação, contendo o currículo resumido, fotos e resumo da atividade, gravado em CD e/ou DVD.
Criada por meio da Lei Municipal nº 4. 449 de 11 de janeiro de 2005, a Feira do Livro de São Luís é uma ferramenta de fortalecimento da vocação e produção literária do povo maranhense, para ser construída e realizada dentro do princípio da ação participativa, engajada na democratização social e cultural da cidade.                                                                                                                            
Fonte: FUNCSL
Pesquisa realizada por Elana Pereira.

terça-feira, 19 de março de 2013

BPBL realiza seminário sobre livro, leitura e biblioteca.


Conversar sobre as muitas possibilidades que se desdobram a partir da leitura, do contato com o livro e com a biblioteca é o propósito do Seminário "Conversa Afiada Sobre Livro, Leitura e Biblioteca", que será promovido pela Rede Leitora Ler pra Valer, em parceria com o governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura/Biblioteca Pública Benedito Leite e o Instituto C&A, que acontecerá em São Luís, nestas quinta (21) e sexta-feira (22), na Fundação de Memória Republicana do Convento das Mercês.
O Seminário tem por objetivo suscitar discussões acerca dos inúmeros caminhos que a leitura literária permite enveredar. O evento contará com a participação de mediadores de leitura em todo o estado, educadores, bibliotecários e profissionais ligados a área da leitura que irão participar de conferência, mesas temáticas, roda de conversa, momento literário e oficinas.
Como convidados para proferir palestras e oficinas estarão em São Luís André Neves, Roberto Azoubel, assessor Técnico do Setor do Livro, Leitura e Literatura da Representação Regional do Ministério da Cultura (MINC); Rita Margareth, especialista em Leitura (BA); Elisa Machado, coordenadora do Sistema Nacional de Bibliotecas.
A programação será aberta, às 9h de quinta-feira (21), com a conferência tema "Conversa afiada sobre livro, leitura e biblioteca", que será proferida por André Neves e terá a coordenação de Rosa Maria Ferreira Lima, diretora da Biblioteca Pública Benedito Leite e coordenadora do Programa nacional de Incentivo à Leitura-Proler/MA.
Às 10h30 será apresentado Painel Integrado: Redes de leitura e sustentabilidade, com Roberto Azoubel, assessor Técnico do Setor do Livro, Leitura e Literatura da Representação Regional do MINC e Aline Carvalho do Nascimento, técnica da Biblioteca Pública Benedito Leite, seguido de debate com a plenária participante.
No período da tarde, às 14h, serão iniciadas as oficinas Contação de histórias "Xama Teatro" e Organização e dinamização de bibliotecas, coordenada pela bibliotecária Silvelene Evangelista. Outra oficina Projetos de leitura Possibilidades nas bibliotecas escolares e comunitárias, será coordenada por Rita Margareth - Salvador (BA) e Ler e brincar: conte uma história, com Aline Carvalho do Nascimento, especialista em Leitura e Formação de Leitores, da BPBL.
No segundo dia de seminário, das 8h às 8h20, acontece o Momento Literário, seguido da Mesa Temática "Comunidades e participação: o sentido das bibliotecas comunitárias", tendo como palestrante Elisa Machado (coordenadora do Sistema Nacional de Bibliotecas), sob a coordenação de Edith Ferreira (articuladora da Rede Leitora Ler pra Valer) e logo em seguida debate entre os participantes.
No horário das 10h30 será iniciada uma Roda de Conversa sobre mediação de leitura, com Joseane Maia, Doutora em Letras Sesc/Uema, do Ponto de Leitura Nasce uma criança leitora, na cidade de Caxias (MA); Rita Margareth, de Salvador – BA; e Rita Oliveira, da Biblioteca Municipal José Sarney, sob a coordenação de Audinar Botenttuit, chefe de Departamento do Curso de Biblioteconomia da Ufma.
A programação da tarde inicia, às 14h, com as oficinas Contação de histórias "Xama Teatro" Organização e dinamização de bibliotecas, coordenada por Silvelene Evangelista, do Projetos de leitura: possibilidades nas bibliotecas escolares e comunitárias e por Rita Oliveira, da Rede Ler e brincar: conte uma história.
Fonte: Imirante                                                                                                                                           Pesquisa realizada por Elana Pereira.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Incentivando a leitura no VI Encontro Pedagógico de Biblioteconomia.

Além de reunir alunos, professores e outros profissionais da área de Biblioteconomia, o VI Encontro Pedagógico de Biblioteconomia, que ocorreu com o intuito de debater a realidade do curso, entre os dias 05 a 06 de março no auditório da Biblioteca Setorial, no prédio do Centro de Ciências Sociais - CCSO, na Universidade Federal do Maranhão - UFMA. Além das discussões, no mesmo tinham stands que promoviam o incentivo a leitura, criado pelos alunos do 6º período, com apoio da Disciplina Leitura e formação de leitores, ministrada pela Proª. Ms. Aldinar Bittentuir.

VEJA ALGUMAS IMAGENS:






Fonte: Elana Pereira.